sexta-feira, 27 de Julho de 2007

Sunset








Estava já o sol a pôr-se, vi-te vestida de turquesa, cabelo solto e corrido pelas costas, dando-te um ar fresco e alegre.
Cheguei perto de ti e dei-te dois beijos na cara, falamos durante um pouco, conversa de circunstância, simples mas que deu para rirmos um pouco.
Chegamos a praia, falava-mos do passado, falavamos de viagens, sentados naquele paredão enquanto olhávamos o mar calmo e sereno.
Sem esperares, roubei-te um beijo suave dos lábios, não fugiste, não me afastaste, deixas-te apenas que te beija-se.
Levantamo-nos e fomos na direcção do areal, em silencio, um silencio absoluto apenas quebrado quando te dei um novo beijo, mas desta vez correspondido, abraçaste-me enquanto te beijava, senti as tuas mãos enterrarem-se no meu cabelo, enquanto caiamos de joelhos no areal.
Continuamos a nos beijar, as nossas mãos percorriam os nossos corpos, ávidas de sentir, de tocar a pele um do outro.
Aos poucos dispo-te o Top e beijo-te os seios já desnudados, enquanto me despes a minha camisa, giramos sobre a areia, sentimos a pele tocar pele, sentimos o prazer das línguas ávidas de prazer percorrerem o corpo um do outro. As minhas mãos entram pelas tuas calças, percorrendo as tuas nádegas, firmes. Sinto-te soltar um gemido junto ao meu ouvido, algo que me faz apertar-te as nádegas com as minhas mãos.
Deslizo um dedo e toco-te levemente no clítoris, sinto-te já húmida e excitada.
Despes-me as calças, sinto as tuas pernas tocarem no meu pénis já erecto, beijo-te o pescoço, e sinto-me a entrar em ti, quente, húmida ávida de te sentires.
Giramos que nem crianças na areia, sinto os teus movimentos suaves mas firmes, sentir-te escorrer pela minha pele, ouvir os teus gemidos deixa-me ainda mais louco.
Pego-te ao colo e damos um mergulho numa água tépida.
Sinto as tuas pernas abraçarem a minha cintura e continuar o nosso jogo, sentir-te mais quente que a água, beijar-te com um sol torrado e forte a desaparecer pela linha do horizonte.
Acordo por fim, tudo não passou de um sonho, de uma fantasia, sonhada depois de duas cervejas geladas ao por do sol na praia.

quarta-feira, 25 de Julho de 2007

Ofereceram-me

Obrigado LUNA.
Um beijo

domingo, 22 de Julho de 2007

Arranha-me


Arranha-me as costas... quero sentir as tuas garras cravadas em mim....

quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Vem




Vem! Toma este corpo cuja alma

a ti já pertence,

minha poeta

meu anjo.


Vem! Leva-me à loucura!

começa...

percorrendo o meu corpo

com tua língua

ávida e quente..


Vem! Que te quero minha.

Beija-me as coxas,

Hummm... arrepios...

Deixa-me louco,

rouco,

Faz-me teu…


Vem! Que te quero minha.

puxo-te para mim...

chupo-te...

beijo-te...

Delicio-me em ti...


Entre gemidos de tesão e loucura...

Abro-me p'ra ti

E dou-me como gato no cio.


E é entre gemidos e sussurros

que nos amamos

e em amor e paixão

nos saciamos no meio do arvoredo

escondidos...

...amantes no cio!


Dois Corpos

uma só Alma

que se Unem

para a Eternidade.

sexta-feira, 13 de Julho de 2007

Noite



Imagino-me a chegar a ti... Desprotegida, indefesa.
Olho-te, dos pés à cabeça. Perco-me em suas pernas, delicio meus olhos em teus seios, afogo-me em teus lábios. Noto que sorris. Marota. Dispo-te com o olhar.
Aproximo-me de ti... E não é mais apenas com o olhar que tiro tuas roupas... A tua blusa, o teu soutien caem no sofá...
Beijo-te, apaixonado. Toco tua pele macia, perfumada. Acaricio tuas costas...
Viro-te de costas para mim, abraçando-te fortemente pela cintura, puxando-te de encontro a mim. Abraço-te por trás. Beijo teu pescoço, movo minhas mãos para teus seios.
Adoro sentir-te a contorcer-te, pressionando teu corpo junto ao meu... Adoro sentir meu membro ereto perto de suas nádegas. Puxo-te mais forte pela cintura, enquanto toco teus seios... Adoro teus seios... Adoro teu cheiro... Adoro teu jeito.
Sinto que respiras mais rápido. Abres a boca... Desesperadamente olhas para trás, à procura de minha boca, que vai de encontro à tua. Lábios nos lábios... E abro o botão das tuaa calças... Baixo-as...
Adoro ver-te de fio dental... Pequena, linda... de algodão... Suspiro, louco de desejo, louco de vontade de agarrar-te.
Meu membro já está duro como uma barra de metal. Pulsa ensandecido, louco para encontrar-te...
Sinto tua mão procurando-o, tocando-o... Sinto-te louca de desejo...
Deixo que te vires para mim, que abras as minhas calças enquanto tiro a minha camisa... Vejo-te louca de desejo prostar-te de joelhos e engolir-me. Adoro. Fecho os olhos... Puxo tua cabeça em direção ao meu ventre, querendo que me engulas por inteiro. Gemo.
É lindo ver-te olhar para mim, para os meus olhos... Páras, tiras-me de dentro dos teus lábios e sorris... Sei que pensas no prazer que sinto, no meu rosto que revela o prazer que sinto.
Puxo-te para cima, e beijo-te. Toco as tuas nádegas. Geladas... Sorrio. Aperto tuas nádegas... Como adoro sentir-te...
Viro-te, novamente, e encosto meu membro já nu em tuas nádegas..., mas já imaginando algo mais... Enfio minha mão mais uma vez e desta vez, toco o teu sexo... Sinto-te entumecida, úmida. Gemes... Toco-te novamente. Forças teu corpo contra o meu...
Não resisto... Encosto-te na parede com uma mão enquanto tiro a única coisa que me impede de chegar a ti com a outra... Penetro-te lentamente... Sinto cada centímetro de teu sexo... Procuro os teus seios... Aperto-os... Adoro como mexes os quadris... Adoro como o teu corpo pede pelo meu.
Adoro sentir o calor do teu sexo envolvendo o meu. Beijo-te...
Sinto que te contorces em um orgasmo, mas que te seguras para não fazer barulho... Louco de desejo, alojo meu o membro entre as tuas nádegas... devagar... não te machuco. Ficas muda por uns instantes, mas ajudas-me a entrar novamente em ti... Não comentas nada, nem pedes, mas sei que adoras que eu te tenha assim...
Mexes os quadris novamente... E vejo-te com os lábios entreabertos e os olhos fechados...
Toco no teu sexo com as minhas mãos e enquanto o faço, repetidas vezes, forças teu corpo contra o meu, como se querendo que não apenas meu sexo esteja dentro de ti, mas que eu esteja ali, por inteiro. Arqueias teu corpo para facilitar...
Toco o teu sexo, toco os teus seios... Aperto as tuas nádegas...
Adoro ver-me penetrando-te... Gozo. Dentro de ti... Sei que sentes o meu pulsar. Quando este diminui, saio de ti, viras-te para mim, e abraçamo-nos...
Rimos um sorriso de cumplicidade. Beijamo-nos... Pego-te pela mão e levo-te para o quarto... Vamos para a cama... Quero mais... Quero-te novamente. Por inteira.

quinta-feira, 12 de Julho de 2007

Gotica






Nos becos sombrios da cidade um anjo paira escondido nas trevas. Normalmente sua espada estaria pronta para matar e dilacerar, mas hoje não. Hoje ele não é a criatura sanguinária que costuma ser. Seus olhos de caçador espreitam sua presa. Sua flecha mira no coração, embora de uma forma diferente. Normalmente ele não seria visto, mas hoje ele faz questão de ser notado, e a vampira sente todo o peso de seu olhar desejoso sobre sua carne. Ela faz poses para seu admirador com seu corpo envolto num fino vestido preto, mostrando suas formas esguias e belas. Seus olhos castanhos claros fitam o anjo todo o tempo. Seu nariz fino e bem feito parece concordar com seus olhos de lince. Seus longos cabelos negros ondulados caem sobre seus ombros de uma forma singela e erótica. Ela caminha sobre beleza, e a sabedoria é a sua mortalha e seu manto. Ela desperta o desejo e o fascínio até mesmo no mais duro coração de pedra, que apenas concorda em se despedaçar diante de sua presença. Seus olhos despertam o terror em sua caça, mas hoje apenas espreitam o objeto de seu desejo. A voz macia e calma do anjo se faz soar na noite. "Um sorriso estranho em meus lábios indecifrável, enigmas ardendo posso ver em seus olhos pàlidos que emoções sobrias eu fomento" A vampira sorri ao ouvir estas palavras doces, carregadas de tantos sentimentos quanto as palavras têm poder de transmitir. Ela fita o anjo com seus olhos de fera e responde com seus lábios ardentes: "Cada vez q o vejo meus olhos percorrem seus lábios q espressam junto com seus olhos uma sensação de prazer seguido de uma grande euforia ao me ver.... cada vez q o vejo desejos imfames e inconstantes começam a me possuir... um ar tenebroso e sensual..." O anjo abre um sorriso cheio de idéias e intenções. Nota o efeito que esse sorriso traz, penetrando na alma de sua amada e revolvendo todos os seus sentimentos, num misto de amor, ódio, medo e prazer. Tal mistura macabra é capaz de desenterrar os mais escondidos sentimentos. "Observas meu sorriso cinico E nos reconditos arcanos de sua alma tu anseias rabiscar meu rosto esmigalhar esta rocha de meus lábios Em meio à doçura de tua boca" A vampira nota que é inútil resistir. Suas barreiras e armas de sedução caem diante da sinceridade e da determinação do anjo. Ela sempre ouviu dizer como estas criaturas temíveis possui uma força de vontade mais perigosa do que o fio de suas lâminas sagradas que queimam a carne como ferro em brasa. Mas hoje essa força não é temível. Ela é desejável. A vampira sente um calor subir pelo seu corpo, e um leve latejar em meio às suas belas pernas "A cada momento imagino nossos corpos ardentes deslizando um ao encontro do outro... nossas bocas, nossos sentimentos , nossos prazeres... a cada olhar um ato feroz e ofegante parte de ambos... cada vez mais nos penetrando e nos fazendo sentir a doce a mais perfeita sintonia já existente...." O anjo sai das sombras, mostrando sua tez morena, seus olhos e cabelos negros. Sua sobrancelha é grossa e incisiva, e seu cabelo é encaracolado, com uma trança saindo de sua nuca e descendo até o final de suas costas. Traja uma calça jeans rasgadas e nada mais. Sua constituição física forte se revela, e sua atitude faz com que ela se torne ainda mais desejável. O calor que a vampira sente aumenta, e sua respiração fica ofegante, enquanto ele a abraça com seus braços firmes e a beija com sofreguidão e vontade, trazendo-a para dentro das sombras, concretizando num sexo ardente e visceral o desejo que queimava dentro dos dois "Eu lhe abraço com as mãos de um bruto Eu lhe beijo com o suspirar de um louco Eu lhe fito com olhos de um sádico Eu lhe mordo com os dentes de um anjo Eu lhe arranco as vestes como um espelho Eu lhe acaricio como os ventos da montanha Eu lhe possuo como o sibilar singelo Eu lhe levo ao climax como uma fera enjaulada a derrubar as barras de sua vil prisão" Os gemidos dos dois se misturam numa sinfonia irrestistível que voa pelos ares, a profanar toda a forma de prisões e amarras que a humanidade colocou sobre o amor. Seus gestos são sôfregos. Eles se agarram como se esperassem que o outro o levasse do sofrimento deste mundo. A caçadora da noite quase não consegue formar as palavras tamanho é o delírio que o prazer fomenta. Os corpos se unem cada vez com mais vontade, num instinto primal. os instintos selvagens de cada um aflora. Num orgasmo feroz e arrebatador, a anja mostra suas prezas e num grito de prazer as crava no pescoço do anjo. A dor faz com que o clímax seja ainda mais animal, e o anjo solta um rugido de fera, e o gesto que ele encontra para extravasar seu clímax são suas unhas de lobo cravadas nas costas da vampira. "Ao longo de nosso ato desesperados Aseio por mais a cada momento de prazer... Meu desejo incontrolável não se cansa!! Olho para suas carótidas e anseio morde-las Ferozmente a cada olhar hipnotizante q lhe dou... O agarro ferrozmente pelo pescoço.. e o mordo E nesse momento engulo seu sangue quente e vivo q escorre por minha doce delicada boca e pelo seu pescoço q adquiriu a cor vermelha do mais belo sangue...." A anja se delicia com o sangue doce e ferroso do anjo. Ele, por sua vez, não se surpreende, e deixa que sua vitae escorra. Seu corpo, no entanto, não desfalece. O dom (ou a maldição) dos caçadores da noite não pode atingí-lo. Seus corpos vão relaxando até sentirem uma onda de um singelo prazer tomar conta dos dois, um leve formigamento que faz com que deitem lado a lado e se abracem. A selvageria de outrora agora dá lugar ao carinho. Suas mãos antes trêmulas agora acariciam suavemente a face e os cabelos um do outro. A respiração sôfrega vai dando lugar a suspiros de tranquilidade. As presas e as garras se retraem. O anjo olha pra vampira, que agora traz um sorriso zombeteiro em sua face. Ele não se amedronta e a fita com uma expressão tranquila, para logo depois imitar o seu sorriso de mona lisa. "dou-te meu sangue com prazer Pois a vida de um anjo nele não está" A anja abre seu coração como a nenhum outro abriu. Sente que desse ser ela não poderá sentir a vida a não ser que aceite não possuí-la para si. Enfim ela sabe que encontrou o verdadeiro amor, que não aceita posses, cobranças ou amarras. Então ela faz o convite que jamais fez a outrem "Venha comigo meu doce anjo... e eu lhe mostrarei o magnifico mundo das trevas em q vivo... lhe mostrarei meu poder e juntos, conseguiremos obter se unirmos nossas forças! Deixe- me poder te converter ao mal... deixe me tornar-te um vampiro.... beba de meu sangue e a vida eterna de um treviano dos infernos teras!!! Toda uma existencia de gloria e poder nos sera oferecido se vc concordar a se juntar a mim! Venha meu doce e adoravel anjo... te mostrarei nossas dadivas concebidas pelo nosso bom e poderoso Satã... nossa vida na escuridão,não soh de nossas mentes,nos levera por um caminho de sabedoria e justiça!!! Sim... pois nós... vampiros da noite... temos o poder de fazer justiça com nossas próprias mãos!!! Venha comigo e eu saberei lhe recompensar... venha meu anjo... venha... beba de meu sangue morto mas q lhe dara vida vampirica cheia de fantasias e misterios..." O anjo esperava essas palavras. O amor de um anjo era pungente como a lança e frio como a prata. Ele ansiava a quentura do sangue, a vida que a letra morta não poderia jamais lhe proporcionar. Entendeu enfim que o amor dos homens era o verdadeiro amor entre um ser feminino e um ser masculino. arrancou da bainha de sua coxa um punhal curto de prata, cravejado de pedras preciosas. Cortou levemente os pulsos da vampira e tomou seu sangue em seus lábios, logo depois beijando a boca da dama da noite, minsturando seu sangue com o dela, para logo depois dizer em sua voz suave e temível as palavras que jamais disse a alguém: "Os caminhos das trevas eu já conheço, minha querida. A dor de ser rejeitado, desprezado e incompreendido, de descer ao hades da escuridão da alma humana, pois lá se encontram segredos mais terríveis do que o pai do inferno poderia suportar. O poder de satã também já conheço, pois ao contrário do que pensam os mortais, o diabo não é o oposto de deus, mas sim apenas uma de suas criações, e que a ele obedece como todos os reis debaixo do céu e da terra obedecem. Mas sim, minha querida. Aceito unir minha força a ti, para que possamos ser uma só carne e um só espírito, pois és bela, sábia e conheces as mazelas do mundo, bem como suas delícias. Tua alma pertence ao Deus Inominável, do qual todos vieram e todos um dia voltarão, e a beleza dela aprendi a amar." A dama da noite entende aquelas palavras sábias e que desciam como o mais fino absinto: Deliciosas, mas cortantes. Ela ansiou aprender daquele amor que jamais havia experimentado, e começava a entender que não era nada do que ela esperava encontrar: Era muito melhor e mais profundo. Ela então concretizou sua entrega final: "Sim... então venha meu anjo, meu amor... venha meu mais doce a adorável ser q irá idolatrar o sangue não soh como sua principal fonte de vida mas como seu elemento delirante e cortante q tem o poder de nos deixar completamente exstasiados e satisfaeitos... vamos para oq o além da escuridão nos espera... vamos para oq almejamos.... vamos apreciar a mais bela lua em nosso céu negro e estrelado.... vamos meu amor... q a noite nos espera com um dever a cumprir..." E assim seguem os novos donos da noite. Um anjo cuja vida não está no sangue, e jamais poderá ser o que não é.... e uma vampira que passa a compreender melhor que seres angelicais podem ser muito mais cruéis do que imaginava..... O que o futuro reserva a essas duas crianças da noite... nenhuma alma humana é capaz de entender.

Encontro a 3




As coisas que um homem esta sujeito a ouvir.
Ontem resolvi ir ate a tasca aqui da terra beber uns canecos com a malta, conversa puxa conversa e descobri que um casal conhecido estava separado (dito pela própria, que com um mini, mini vestido e uns grandes saltos, se ria e chorava ao mesmo tempo).
Na minha ingenuidade ainda perguntei o que tinha acontecido, se ele a tinha traído.
E aqui, bom aqui é que a minha alma ficou parva, então os moços fizeram anos de casados, ela tirou o dia e preparou um jantar especial, foi comprar um lingerie especial, e quando ele chegou criou um clima de romantismo que deveria ser bastante agradável.
No fim do jantar o dito cujo perguntou o que era a sobremesa, ao que ela lhe respondeu que a sobremesa seria ela e uma amiga (que no preciso momento bate a porta).
Então o gajo não se levanta, dirige-se a porta e diz que vai sair porque não se casou com uma puta???
Realmente a homens que merecem ser corno (por isso e que não me caso).
Resultado em jeito de brincadeira atirei com esta linda frase: Bom não seja por isso, quando quiseres convida-me a mim para jantar que eu não nego uma sobremesa dessas.
Resultado, acabei por ir levar a moça a casa e subir para uma seia, enquanto fazíamos o café ela saio por uns momentos e foi ao WC.
Estamos nos na sala a tomar o café quando tocam a porta (aqui entrei em pânico ao pensar que seria o respectivo), ela dirige-se com aquele mini vestido e com umas belas sandálias ate a porta, e para meu espanto era a dita amiga da sobremesa.
Bom fui fazer um café para ela também, e quando volto a sala estão as duas a beijarem-se.
Sentei-me no sofá em frente a apreciar, e realmente alem de ambas serem “boas” gostavam mesmo de se acariciarem.
Em poucos minutos a Carla (a amiga), se pôs de joelhos a frente da Ana, levantou-lhe o vestido e começou a fazer-lhe um calmo e doce minete, eu lá continuava a beber o café e a apreciar o ar da Ana deliciada com as habilidades da língua da Carla.
Ambas se despiram e deitaram-se no tapete a fazerem um 69.
A Ana a determinada altura olha para mim e pisca-me o olho, fazendo-me sinal com o dedo para me juntar a elas.
Escusado será dizer que nesta altura já eu estava de pau feito, e rapidamente deixei a porra do café e me juntei a elas.
A Carla levantou-se um pouco abriu-me as calças e começou a fazer-me um delicioso boche e a acariciar-me os tomates com a mão, enquanto a Ana continuava a lambe-la freneticamente.
Sentamo-nos os três no chão a trocar carícias, a trocar beijos fortes e violentos repartidos pelos três.
A Ana atirou-me de costas para o chão e rapidamente se sentou em cima de mim, engolindo de uma só vez o meu sexo, dentro dela, já de si húmida por toda a situação.
A Carla pôs-se também em cima de mim e assim enquanto a Ana me montava já com alguma velocidade, ambas se beijavam e eu estava deliciado a passar a minha língua pelo clítoris da Luísa, que sabor doce o dela.
Pouco depois a Ana pôs-se de quatro enquanto a Carla lhe começou de novo a fazer um minete, também ela de quatro. Aquela visão era demasiado tentadora, coloquei-me por traz da Carla, penetrando--a com alguma violência misturada com alguns movimentos lentos.
Em pouco tempo os três explodimos numa onda de gemidos e de prazer que nos levou inevitavelmente a um descomunal orgasmo tripartido.
A Carla infelizmente teve que se ir embora pois tinha o marido a espera.
Bom a noite continuou entre mim e a Ana, tendo ficado a promessa de muitos mais encontros entre os três.