quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009



O distúrbio bipolar do humor, também conhecido como transtorno bipolar, é uma doença caracterizada por episódios repetidos de mania e depressão. Uma pessoa com transtorno bipolar está sujeita a episódios de extrema alegria, euforia e humor excessivamente elevado (hipo-mania ou mania) e também a episódios de humor muito baixo e desespero (depressão). Entre os episódios, é comum que passe por períodos de normalidade.

Deve-se ter em conta que este distúrbio não consiste apenas de meros "altos e baixos". Altos e baixos são experimentados por virtualmente qualquer pessoa e não constituem um distúrbio. As mudanças de humor do distúrbio bipolar são mais extremas que aquelas experimentadas pelas demais pessoas.

A natureza e duração dos episódios variam grandemente de uma pessoa para outra, tanto em intensidade quanto em duração. Nos casos muito graves, pode haver risco pessoal e material.

Nos casos em que os pacientes são submetidos a mentiras e conspirações de qualquer tipo em suas vidas, por mais disfarçada que seja para fins de análise ou estudo sobre o comportamento do paciente, podem aparecer sintomas semelhantes a esses citados acima.

Os pacientes necessitam vulgarmente de uma grande sensação de estabilidade emocional, sentirem-se, por exemplo amados numa relação. Vulgarmente, quando no passado são vitimas de uma mentira, revelam grande dificuldade em voltar a confiar novamente.

Na maioria das vezes, revelam grande dificuldade em admitir o seu problema até mesmo a alguém muito próximo, andando no entanto sempre no limiar de o fazer.

Em casos de traumas para o paciente como exemplo um estupro ou atentado violento ao pudor, não deve-se revelar essas intimidades que as vítimas consideram nesses casos absolutamente constrangedoras a ponto de guardar segredo e não denunciar o agressor muitas vezes durante uma vida inteira. Pois além de se sentir fraco, pequeno, humilhado e sujo, a vítima perde a confiança nas pessoas.

O paciente de bipolaridade pode chegar ao extremo da depressão seguida de suicídio e, no outro extremo, a euforia de tentar escrever um livro num só dia, por exemplo.

Existem tratamentos farmacológicos disponíveis, mas raramente este tipo de doente assume a sua condição clínica.

Alguns especialistas consideram que o melhor tratamento, é no entanto a estabilidade emocional.

O que sou

““Não sou nada Nunca serei nada Não posso querer ser nada À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.”

Álvaro de Campos